Luto em família
Ontem meu núcleo familiar recebeu uma notícia que, mesmo fazendo parte do ciclo natural da vida, sempre traz tristeza e inconformação.
A notícia de falecimento de minha prima me levou a um movimento de reflexão e busca de respostas cujos resultados compartilho com você agora. Trata-se da reflexão “Significado“, que é um sopro de oxigênio renovado em meio ao ambiente sufocante da perda de um querido de nossas relações
Se eu fosse ilustrar este texto acho escolheria a figura de uma criança chorando por soltar no céu seu lindo balão colorido cheio de hélio que dirige-se para um grupo de outros balões que enfeitam o céu multi-colorido fazendo a alegria de uma enorme quantidade de anjinhos em cima de uma nuvem. Acho que esta seria a melhor forma de expressar a perda de alguém que amamos sob a ótica proposta por Significado. Espero que você goste.



Não reúno dotes intelectuais que permitam de alguma forma atender a convocação do amigo. Todavia, permito-me suprir a deficiência com uma edificante história que envolve crinças e balões:Era uma veum velho homem que vendia balões de gás em uma pracinha. Evidentemente o homem era um bom vendedor, pois deixou um balão vermelho soltar-se e elevar-se nos ares, atraindo, desse modo, uma multidão de crianças potenciais compradores de balões. Havia ali perto um menino negro. Estava observando o vendedor e é claro, apreciando os balões. Depois de ter soltado o balão vermelho, o homem soltou um azul, depois um amarelo e finalmente um branco. Todos foram subindo até sumirem de vista. O menino de olhar atento seguia a cada um. Ficava imaginando mil coisas. Uma coisa o aborrecia, o homem não soltava o balão preto. Então aproximou-se do vendedor e perguntou: - Moço, se o senhor soltasse o balão preto, êle subiria tanto quanto os outros? O vendedor do balões sorriu compreensivamente para o menino, arrebentou a linha que prendia o balão preto e enquanto ele se elevava nos ares, disse: - Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir *** Porque Deus não vê como vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração!
Obrigado amigo.
Sempre com uma leitura, uma história, uma pergunta ou observação de grande preciosidade para o momento vivido.
Guardarei esta história no coração, tamanha importância e adequação ao momento.
Caro amigo Guilherme, suas reflexões sobre a morte e as marcas deixadas pela convivência sua com sua prima que ficaram indelevelmente inscritas no Akasha me fizeram lembrar um pequeno texto que me foi presenteado no Natal de 2001 (o 1o que passei sem minha mãe e em companhia de meus parentes na Alemanha). O texto falava de uma vela, da luz que ela emitia e, que para nos fornecer calor, luz e aconchego, a vela tinha que se dar e ir se consumindo até que… bem até que toda sua cera e seu pavio sumissem consumidos pelo fogo. Mas o texto termina dizendo que, apesar de não ter sobrado traço visível da mesma, os efeitos benéficos de seu reluzir, estes jamais se apagarão…
Beijo em seu coração